A participação na criação e educação dos filhos é fundamental não apenas para fortalecer vínculos, mas assegurar ambiente favorável de escuta e acolhimento à criança.
Num mundo imediatista, de relações frágeis, demonstrar a importância na qualidade e participação da relação pais e filhos, conduz à criança a uma segurança emocional, fundamental na vida adulta. Quando digo qualidade de tempo, é estar 100% presente, disponível, envolvido (a) com o filho, ainda que seja por um curto período.
A permissividade ou superproteção dos pais podem gerar na criança sentimentos como medo e incapacidade prejudiciais na sua autoestima e autoconfiança. Lembre-se: os limites também são necessários, ensinam e evitam futuros prejuízos na vida social adulta. A casa é reflexo e laboratório do que será a vida em sociedade. Essas experiências, em convívio com autonomia, responsabilidades, afetos repercutem de forma positiva na vida da criança. Sim.. educar exige paciência, dedicação e tempo. Mas é gratificante assistir um adulto emocionalmente seguro, com relações sociais e afetivas saudáveis, confiante, responsável e respeitoso!
