O peso da não aceitação, em não ser considerado, validado e reconhecido por ser quem é. Lembrando que o respeito é regra básica para o convívio saudável seja com a família, amigos e no ambiente laboral. Mas fato é, a não aceitação, não pertencimento dentro da família ou pelos pais tem implicações emocionais sérias e é importante refletir sobre isso, para não correr o risco de carregar sentimentos de culpa, insegurança, de falta de autoconfiança e sentir que nunca é suficiente.
A aceitação deve começar de dentro para fora. A partir do momento em que a pessoa se acolhe, se valida, se reconhece, se fortalece e compreende que também é merecedora de felicidade. Esse fortalecimento contribui no processo de autoconhecimento.
Viver em autenticidade, ou seja, de acordo com o que se sente e acredita ou o que se é, é justo, honesto e promove uma vida com mais qualidade.
O contrário disso é viver uma vida de aparências, se moldando ou até diminuindo para caber. O conflito de viver uma vida inautêntica traz grandes prejuízos, a exaustão de suportar um personagem, um jeito de viver que não é o seu, apenas para agradar, se sentir uma farsa… Isso não é apenas uma invalidação sobre si, uma anulação de seus sentimentos e também um boicote para sua própria felicidade.
O primeiro passo é estar bem com você, e a partir daí dando tempo ao tempo, as pessoas que te amam e te respeitam verdadeiramente irão retribuir o afeto despendido. Mas lembre-se não depender da aprovação do outro para viver uma vida plena e com sentido, é libertador.
